Participação aproxima pacientes brasileiros das pesquisas que estão transformando o futuro do tratamento
Entre os dias 12 e 15 de junho de 2026, em Estocolmo, na Suécia, aconteceu o EHA 2026 (Congresso Europeu de Hematologia), um dos mais importantes eventos científicos do mundo na área.
O evento reúne médicos, pesquisadores, profissionais da saúde, representantes de associações de pacientes e especialistas de diversos países para apresentar pesquisas inéditas, discutir novas terapias e compartilhar os avanços mais recentes no tratamento das doenças hematológicas.
Para a comunidade da talassemia, o EHA representa uma oportunidade única de acompanhar, em primeira mão, estudos que podem impactar diretamente a qualidade de vida dos pacientes, trazendo perspectivas promissoras para o futuro do cuidado e do tratamento.
A ABRASTA presente onde a ciência acontece
Mais uma vez, a ABRASTA esteve presente no Congresso, reafirmando seu compromisso de levar informação de qualidade à comunidade brasileira.
Representando a associação, uma comitiva da ABRASTA, coordenada pela diretora Dina Steagall, participou do EHA 2026 acompanhando apresentações científicas, entrevistas com especialistas internacionais e debates sobre pesquisas e tratamentos que estão moldando o futuro da talassemia.
A presença da instituição em eventos dessa relevância fortalece um dos pilares da associação: aproximar o conhecimento científico da realidade dos pacientes e familiares brasileiros.
Ao acompanhar as pesquisas diretamente no ambiente em que são apresentadas à comunidade científica internacional, a associação consegue traduzir conteúdos técnicos em informações acessíveis, contribuindo para que pacientes, familiares e profissionais de saúde compreendam as perspectivas dos novos tratamentos e a evolução da assistência à talassemia.
Os principais temas discutidos
Durante os quatro dias de congresso, foram apresentados estudos envolvendo novos medicamentos, terapias inovadoras, acompanhamento clínico, qualidade de vida, redução da dependência transfusional, ferroconversão, terapias gênicas e diversos outros temas que vêm transformando a forma como a talassemia é tratada em todo o mundo.
O evento também proporcionou um ambiente de troca de experiências entre pesquisadores, médicos e organizações de pacientes, fortalecendo a colaboração internacional em busca de tratamentos cada vez mais eficazes e seguros.
Conteúdo exclusivo produzido pela ABRASTA

Para que essas informações chegassem rapidamente aos pacientes brasileiros, a ABRASTA realizou uma cobertura especial diretamente do congresso.
Ao longo do evento, foram produzidos vídeos exclusivos com importantes especialistas internacionais e brasileiros, abordando, de maneira clara e acessível, alguns dos temas mais relevantes discutidos durante o EHA 2026.
Entre os convidados que participaram dessa série especial estão:
- Dr. Kevin Kuo, da Universidade de Toronto, comentando os resultados dos estudos com o Mitapivat para pessoas que convivem com a talassemia.
- Dra. Sandra Loggetto, trazendo importantes atualizações sobre o cenário da terapia gênica,
- Dra. Mônica Veríssimo, explicando o conceito de ferroconversão na talassemia intermediária e reforçando a importância da intervenção precoce para preservar a qualidade de vida dos pacientes.
Toda essa cobertura está disponível no Instagram oficial da ABRASTA (@abrastaoficial), permitindo que pacientes, familiares e profissionais de saúde acompanhem os principais destaques do congresso de forma simples, confiável e baseada nas evidências científicas apresentadas durante o evento.
Conhecimento que gera transformação
Para a diretora da ABRASTA, Dina Steagall, acompanhar de perto um evento como o EHA é uma forma de garantir que a comunidade brasileira tenha acesso às informações mais atuais sobre a talassemia.
“Participar do EHA 2026 foi uma experiência extremamente enriquecedora. Estar em contato direto com pesquisadores, médicos e especialistas de diversos países nos permite compreender os avanços que estão sendo construídos para a talassemia e, principalmente, levar esse conhecimento aos pacientes brasileiros de forma clara, responsável e acessível. Nosso compromisso é conectar a comunidade às melhores informações disponíveis e fortalecer a esperança de um futuro cada vez melhor para as pessoas que convivem com a doença.”
Fonte: Comunicação Abrasta
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