O que você precisa saber antes de fazer uma transfusão de sangue

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É importante que o procedimento seja feito com segurança para que o corpo não tenha reações contra o sangue recebido

A transfusão de sangue é um dos principais tratamentos para a talassemia maior e intermediária. Com as transfusões periódicas, é possível controlar a anemia grave que acomete esses pacientes.

Porém, é importante que o procedimento seja feito com segurança. Antes da transfusão, a pessoa deve descobrir quais são os fenótipos do seu sangue por meio do exame de fenotipagem eritrocitária, para receber o sangue mais compatível possível com o seu.

O sangue humano é entendido por meio de sistemas sanguíneos, como por exemplo o ABO, o primeiro a ser descoberto e um dos mais importantes. Outra informação importante sobre o sangue é o fator Rh. Na população branca, cerca de 85% das pessoas possuem este fator nas hemácias, sendo por isso chamadas de Rh+ (positivo). Já os 15% restantes que não possuem este fator são chamados de Rh- (negativo).

Com essas duas informações, temos os seguintes tipos sanguíneos: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+, O-. Porém, existem outros dados do sistema Rh, como os antígenos, que influenciam na transfusão sanguínea.

Os pacientes podem desenvolver anticorpos contra os antígenos do fator Rh presentes no sangue que foi recebido, o que pode ser prejudicial. A fenotipagem eritrocitária consegue identificar quais são os tipos de antígenos de ambos os sangues e analisar a compatibilidade deles.

A transfusão de sangue, feita de maneira errada, pode causar alguns efeitos colaterais como febre, dor lombar, náuseas e vômitos, coceira, queda de pressão, problemas renais e até a morte. Para ter acesso a uma transfusão de sangue segura, o paciente pode buscar um dos centros de referência em talassemia públicos, espalhados por todo o território nacional.

Também é possível realizar o procedimento na rede privada, como por exemplo no Grupo GSH. Nos ambulatórios transfusionais do grupo, os leitos são individuais, equipados com televisão e existe a possibilidade de se trabalhar remotamente durante o procedimento. Médicos hematologistas especializados acompanham todo o processo de transfusão e é servido um lanche no leito, para o paciente e para o acompanhante. Além disso, o atendimento é previamente agendado, com hora marcada. O GRUPO GSH tem estrutura para atender as transfusões ambulatoriais nas cidades de São Paulo, Santo André, Rio de Janeiro, Recife, Brasília, Salvador, Teresina e Ribeirão Preto.

Mais informações em www.grupogsh.com

Fonte: Comunicação Abrasta

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