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	<title>Arquivo de Info Abrasta - Abrasta</title>
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	<description>Associação Brasileira de Talassemia</description>
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	<title>Arquivo de Info Abrasta - Abrasta</title>
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	<item>
		<title>O que você precisa saber antes de fazer uma transfusão de sangue</title>
		<link>https://abrasta.org.br/noticias/2025/02/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-fazer-uma-transfusao-de-sangue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Katia Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 13:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É importante que o procedimento seja feito com segurança para que o corpo não tenha reações contra o sangue recebido A transfusão de sangue é um dos principais tratamentos para a talassemia maior e intermediária. Com as transfusões periódicas, é possível controlar a anemia grave que acomete esses pacientes. Porém, é importante que o procedimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><i>É importante que o procedimento seja feito com segurança para que o corpo não tenha reações contra o sangue recebido</i></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">A transfusão de sangue é um dos principais tratamentos para a talassemia maior e intermediária. Com as transfusões periódicas, é possível controlar a anemia grave que acomete esses pacientes. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Porém, é importante que o procedimento seja feito com segurança. Antes da transfusão, a pessoa deve descobrir quais são os fenótipos do seu sangue por meio do exame de fenotipagem eritrocitária, para receber o sangue mais compatível possível com o seu. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">O sangue humano é entendido por meio de sistemas sanguíneos, como por exemplo o ABO, o primeiro a ser descoberto e um dos mais importantes. Outra informação importante sobre o sangue é o fator Rh. Na população branca, cerca de 85% das pessoas possuem este fator nas hemácias, sendo por isso chamadas de Rh+ (positivo). Já os 15% restantes que não possuem este fator são chamados de Rh- (negativo).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Com essas duas informações, temos os seguintes tipos sanguíneos: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+, O-. Porém, existem outros dados do sistema Rh, como os antígenos, que influenciam na transfusão sanguínea. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Os pacientes podem desenvolver anticorpos contra os antígenos do fator Rh presentes no sangue que foi recebido, o que pode ser prejudicial. A fenotipagem eritrocitária consegue identificar quais são os tipos de antígenos de ambos os sangues e analisar a compatibilidade deles. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">A transfusão de sangue, feita de maneira errada, pode causar alguns efeitos colaterais como febre, dor lombar, náuseas e vômitos, coceira, queda de pressão, problemas renais e até a morte. Para ter acesso a uma transfusão de sangue segura, </span><a href="https://abrasta.org.br/paciente/centros-de-tratamento/"><span style="color: #1155cc;"><span style="font-size: medium;"><u>o paciente pode buscar um dos centros de referência em talassemia públicos</u></span></span></a><span style="font-size: medium;">, espalhados por todo o território nacional. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Também é possível realizar o procedimento na rede privada, como por exemplo no </span><a href="https://www.grupogsh.com/"><span style="color: #1155cc;"><span style="font-size: medium;"><u>Grupo GSH</u></span></span></a><span style="font-size: medium;">. Nos ambulatórios transfusionais do grupo, os leitos são individuais, equipados com televisão e existe a possibilidade de se trabalhar remotamente durante o procedimento. Médicos hematologistas especializados acompanham todo o processo de transfusão e é servido um lanche no leito, para o paciente e para o acompanhante. Além disso, o atendimento é previamente agendado, com hora marcada.</span><b> </b><span style="font-size: medium;">O GRUPO GSH tem estrutura para atender as transfusões ambulatoriais nas cidades de São Paulo, Santo André, Rio de Janeiro, Recife, Brasília, Salvador, Teresina e Ribeirão Preto.</span><i> </i></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Mais informações em </span><a href="http://www.grupogsh.com/"><span style="color: #1155cc;"><span style="font-size: medium;"><u>www.grupogsh.com</u></span></span></a></p>
<p align="justify"><a name="_GoBack"></a><span style="font-size: medium;"><strong>Fonte:</strong> Comunicação Abrasta</span></p>
<p align="justify"><strong>Apoio:</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-4089" src="https://abrasta.org.br/wp-content/uploads/2025/02/grupo-gsh-1-300x120.jpg" alt="" width="265" height="106" srcset="https://abrasta.org.br/wp-content/uploads/2025/02/grupo-gsh-1-300x120.jpg 300w, https://abrasta.org.br/wp-content/uploads/2025/02/grupo-gsh-1.jpg 500w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" /></p>
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		<title>Mulheres com talassemia podem ter filhos?</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/12/mulheres-com-talassemia-podem-ter-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gravidez pode acontecer normalmente, desde que o tratamento seja realizado de forma correta Por Tatiane Mota Ser mãe é amar incondicionalmente. É dar o melhor de si sem esperar absolutamente nada em troca, e sempre ter a palavra certa, mesmo que para os momentos mais difíceis. Para algumas mulheres, ser mãe também é a realização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gravidez pode acontecer normalmente, desde que o tratamento seja realizado de forma correta</p>
<p><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>Ser mãe é amar incondicionalmente. É dar o melhor de si sem esperar absolutamente nada em troca, e sempre ter a palavra certa, mesmo que para os momentos mais difíceis. Para algumas mulheres, ser mãe também é a realização de um sonho, já que a gestação pode ser arriscada em certos casos.</p>
<p>De modo geral, na talassemia maior e intermediária a gravidez não é considerada um risco para a paciente. Mas, será importante realizar uma avaliação global das condições clínicas para a prevenção de eventuais riscos e estabelecimentos de um plano de acompanhamento.</p>
<p>E aí vem a grande questão: o tratamento pode ser feito normalmente durante a gestação? De acordo com a Dra. Sandra Gualandro, hematologista do Hospital de Clínicas de São Paulo, não.</p>
<p>“As transfusões de sangue regulares devem permanecer, e é possível que alguns casos de talassemia intermediária que não fazem as transfusões possam eventualmente precisar fazer. Já a quelação do ferro não é recomendada durante a gravidez, pois os medicamentos podem prejudicar o feto. Agora, cada caso é um caso e por isso o hematologista, junto ao obstetra, precisam trabalhar em conjunto durante toda a gestação”, explica a médica.</p>
<p>Com relação aos riscos durante a gestação, como já mencionado, no geral não há problemas. Claro que tudo irá depender das condições clínicas da paciente e de sua aderência ao tratamento quelante antes da gravidez.</p>
<p>“Se a mulher não costuma realizar o tratamento quelante de forma correta, são vários os riscos que ela e o bebê podem correr. Complicações cardíacas, aloimunização, infecções virais, trombose, problemas endócrinos e ósseos. Por isso, se a gravidez está nos planos de vida, é muito importante ter auto-cuidado e seguir corretamente as indicações do médico”, diz a Dra. Sandra.</p>
<h2><strong>Tipo de parto</strong></h2>
<p>O tipo de parto também irá depender das condições físicas da paciente &#8211; em portadoras de talassemia, tem-se optado mais pela cesariana. Já no pós-parto, o tratamento quelante só poderá ser realizado após a amamentação. O médico é quem dirá se é melhor iniciá-lo o quanto antes, ou se é possível esperar mais um tempo.</p>
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		<item>
		<title>Todos a bordo e boa viagem!</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/12/todos-a-bordo-e-boa-viagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer novos lugares é fundamental para a saúde e para a alma. Já escolheu seu próximo destino? Por Tatiane Mota No passado, era muito comum que os portadores de talassemia tivessem limitações no seu dia a dia, em especial devido ao tratamento com o Desferal, que dura longas horas. Mas com a chegada dos quelantes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Conhecer novos lugares é fundamental para a saúde e para a alma. Já escolheu seu próximo destino?</strong></h2>
<p><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>No passado, era muito comum que os portadores de talassemia tivessem limitações no seu dia a dia, em especial devido ao tratamento com o Desferal, que dura longas horas.</p>
<p>Mas com a chegada dos quelantes orais isso ficou para trás. Hoje é possível ter uma vida normal, seja no trabalho, na faculdade e, até mesmo, em viagens de longa de duração.</p>
<p>E por falar em viagens, duas dúvidas muito comuns que ouvimos na Abrasta são: portadores de talassemia podem viajar de avião? E intercâmbio, como funciona?</p>
<p>Com relação à primeira questão, em geral viajar de avião não causa grandes problemas à saúde, a não ser alguns incômodos, como sensação de ouvidos “tampados”, devido à pressão do ar, e também enjoo, se o voo tiver muitas turbulências.</p>
<p>Mas pessoas com problemas cardíacos, pulmonares e até mesmo sanguíneos – comuns os portadores de talassemia &#8211; devem ter uma atenção especial.</p>
<p>Em viagens de curta duração, as aeronaves podem atingir até 11 mil metros de altura e por isso são pressurizadas para manter uma oxigenação em seu interior. Neste ambiente, existe apenas 71% do oxigênio local no nível do mar, o que pode ser insuficiente para pessoas com doenças cardíacas e pulmonares e gerar sérios problemas durante o voo. Se a viagem for de longa duração, essa situação pode ser ainda pior.</p>
<p>Outro problema que pode ocorrer é a trombose venosa &#8211; devido à falta de movimentação das pernas, o sangue pode coagular dentro da veia. Caso este coágulo se desprenda e vá parar em órgãos como coração e pulmão, pode provocar sérias complicações, até mesmo a morte.</p>
<p>Por isso, antes de marcar uma viagem de avião, seja nacional ou internacional, converse com o médico para saber se está apto a enfrentar longas horas nas alturas.</p>
<p>Já em relação ao intercâmbio, a principal preocupação dos portadores é com as transfusões de sangue. Ter uma experiência fora do país, para conhecer uma nova língua, cultura, pessoas diferentes e até mesmo valorizar o currículo já virou moda entre os brasileiros. Mas nem todos os países disponibilizam de serviços de saúde gratuitos.</p>
<p>Para que o paciente seja atendido, de forma gratuita, dependerá do sistema local de saúde. Atualmente, apenas Cabo Verde, Itália e Portugal mantêm acordo com o Brasil e permitem o atendimento de cidadãos brasileiros por suas redes públicas. É válido lembrar que em alguns países, como os Estados Unidos, não existe saúde pública. Neste caso, é importante realizar um seguro viagem ou até mesmo ter um plano de saúde que cubra por serviços de saúde internacionais.</p>
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		<item>
		<title>Mexa-se!</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/07/mexa-se/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atividades físicas estão liberadas para quem tem talassemia Por Tatiane Mota Muito se fala sobre a importância dos hábitos saudáveis, tanto para a prevenção de diversas doenças, como também para o controle da ansiedade e estresse, tão comuns e prejudiciais nos tempos de hoje. As atividades físicas têm cadeira cativa quando o tema é bem-estar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Atividades físicas estão liberadas para quem tem talassemia</h3>
<p>Por Tatiane Mota</p>
<p>Muito se fala sobre a importância dos hábitos saudáveis, tanto para a prevenção de diversas doenças, como também para o controle da ansiedade e estresse, tão comuns e prejudiciais nos tempos de hoje.</p>
<p>As atividades físicas têm cadeira cativa quando o tema é bem-estar físico e mental. Para se ter uma noção, além de possibilitar controle do peso e autoestima, a prática de exercícios reduz a pressão arterial, melhora a circulação sanguínea e fortalece o sistema imune. Sem contar que ao praticar exercícios o corpo libera endorfina, hormônio responsável por produzir sensação de prazer, que ajuda a tirar o foco dos problemas do dia a dia.</p>
<p>Alguns portadores de talassemia ficam na dúvida se podem ou não praticar atividades físicas. Mas de acordo com o Dr. Antônio Piga, diretor do Centro de Talassemia de Turim, Itália, não há contraindicações.</p>
<p>“No geral, procuramos encorajar o paciente com doenças crônicas a fazer atividade física. Se a talassemia é tratada de forma correta, seu portador terá uma vida normal e com experiências similiares a de qualquer outra pessoa. Agora, se o tratamento não estiver acontecendo como deveria, os exercícios terão limitações, mas ainda assim não serão contraindicados”, explica.</p>
<p>Os exercícios aeróbicos, como caminhar, nadar, pedalar, correr, dançar, são os mais indicados. Mas se o baço estiver aumentado, esportes com alto risco de trauma, como lutas e futebol, devem ser evitados. Ivone da Conceição, por recomendação médica, faz hidroginástica.</p>
<p>“Descobri a talassemia maior somente com nove anos, e por ter ficado muito tempo sem tratamento, fiquei com problemas ósseos e uma sequela nas pernas. Meu médico me indicou esta atividade física, e hoje sinto que meus ossos estão mais fortes. Tenho uma vida praticamente normal, e saudável”.</p>
<p>A intensidade e duração do exercício devem acontecer de acordo com as condições físicas da pessoa. No caso da talassemia intermediária, com o grau de anemia também. Se há qualquer complicação, será necessário avaliar individualmente o paciente para saber se ele deve ou não dar continuidade aos exercícios físicos.</p>
<h3><strong>Ossos mais fortalecidos </strong></h3>
<p>Já é comprovado que praticar atividade física é fundamental para a saúde dos ossos e pode ajudar, e muito, no combate à osteoporose.</p>
<p>Conhecida como uma doença de idosos, a osteoporose atinge, na maior parte dos casos, pessoas acima dos 55 anos. No portador de talassemia, ela pode ser mais precoce, em especial se a quelação não for realizada corretamente. A doença acontece quando o corpo deixa de renovar e reconstruir a estrutua óssea, causando dores e fraturas espontâneas.</p>
<p>Dentro dos ossos existem células que funcionam como sensores de movimento. Quando elas percebem alguma deformação causada por movimento, gera um estímulo para a formação de mais osso. E por isso as atividades físicas podem ajudar.</p>
<p>“Os exercícios aeróbicos são os mais indicados para quem tem osteoporose ou apresenta riscos de tê-la no futuro. Eles ajudam a manter a massa óssea, reduzindo o risco de fratura. Também melhoram a força muscular, as dores crônicas, e o equilíbrio, diminuindo o risco de quedas”, alerta o Dr. Piga.</p>
<p>Para a osteoporose também é importante o acompanhamento fisioterápico. Os movimentos corporais são indicados para prevenir as deformidades e fraturas ósseas.</p>
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		<item>
		<title>Talassemia na era das redes sociais</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/06/talassemia-na-era-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes criam perfil no Instagram para a troca de experiências  Por Tatiane Mota O compartilhamento de informações entre pacientes pode ser um caminho importante a ser seguido. Afinal, nada como conversar com alguém que vivencia uma experiência parecida com a sua, certo? Com a chegada das redes sociais, ficou mais fácil criar grupos com este [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pacientes criam perfil no Instagram para a troca de experiências</strong></h3>
<p><strong> </strong><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>O compartilhamento de informações entre pacientes pode ser um caminho importante a ser seguido. Afinal, nada como conversar com alguém que vivencia uma experiência parecida com a sua, certo?</p>
<p>Com a chegada das redes sociais, ficou mais fácil criar grupos com este propósito. E agora, os pacientes ativistas estão cada vez mais presentes em espaços virtuais como Instagram e Facebook.</p>
<p>Este é justamente o caso do “Eu. Talassemia”, um perfil no Instagram liderado por Eliana Saba, Gabriela Olivatto, Patricia Grillo, Renata Nieto e Valéria Gurski, todas portadoras da talassemia maior.</p>
<p>Conheça mais sobre o projeto nesta entrevista que fizemos com as administradoras.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia de fazer o projeto e qual o principal propósito?</strong></p>
<p><strong>Eu.Talassemia</strong> &#8211; Nosso projeto surgiu com o propósito de trocar experiências entre pacientes com talassemia, expondo a nossa vida, nosso dia a dia com o tratamento. Mostrar que nenhum outro talassêmico está sozinho nessa jornada e que podemos ter uma vida saudável e normal, aderindo ao tratamento de forma correta.</p>
<p><strong>De que forma acontecem as publicações nas redes sociais? </strong></p>
<p><strong>Eu.Talassemia</strong> &#8211; Nossas publicações são o reflexo da nossa vida e dos pacientes que compartilham suas experiências conosco. Transformamos estas informações nos posts e compartilhamos com nossos seguidores.</p>
<p><strong>Como pacientes de talassemia, quais as principais necessidades e/ou barreiras que vocês sentem hoje, no que se refere à informação/comunicação? </strong></p>
<p><strong>Eu.Talassemia</strong> &#8211; Percebemos que há falta de compreensão e informação por parte dos profissionais da saúde, principalmente no que se refere em seguir o Manual da Talassemia e em manter a hemoglobina dos pacientes alta. Também enfrentamos questões por conta da falta do repasse dos quelantes nos estados, o que é prejudicial aos pacientes. Juntas, estamos lutando para conseguirmos mudar estes percalços.</p>
<p><strong>Qualquer paciente ou familiar pode fazer parte do projeto? Se sim, o que deve ser feito para participar?</strong></p>
<p><strong>Eu.Talassemia &#8211;</strong> Qualquer pessoa com talassemia, amigos, familiares, doadores de sangue, profissionais de saúde, médicos, enfim, o público geral, podem participar enviando sugestões de temas, relatos, depoimentos. Nós fazemos a curadoria, para seguirmos com a postagem.</p>
<p><strong>Qual a relação entre Abrasta e o projeto criado por vocês?</strong></p>
<p><strong>Eu.Talassemia</strong> &#8211; Somos pacientes e a Abrasta é a nossa associação, a qual tem autonomia política, jurídica e administrativa para defender nossos direitos e guiar qualquer necessidade que os pacientes tenham acerca do tratamento. A Abrasta é referência para a talassemia em todo Brasil e há anos contribui com o avanço do tratamento e do conhecimento sobre o tema, não medindo esforços para proporcionar qualidade de vida a todos nós.</p>
<p>Siga o @eu.talassemia e a @abrastaoficial no Instagram!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/05/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso da tecnologia é uma novidade, que veio para ficar Por Tatiane Mota O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para os portadores de talassemia, não é diferente. A recomendação dos médicos, claro, é que nenhum tratamento pare. Ou seja, o paciente jamais deve pausar, por conta própria, a terapêutica indicada pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Uso da tecnologia é uma novidade, que veio para ficar</strong></h2>
<p><span id="more-2570"></span></p>
<p><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para os portadores de talassemia, não é diferente.</p>
<p>A recomendação dos médicos, claro, é que nenhum tratamento pare. Ou seja, o paciente jamais deve pausar, por conta própria, a terapêutica indicada pelo especialista. Mas algumas consultas, antes presenciais, agora podem ser feitas à distância.</p>
<h3><strong>O que é a telemedicina?</strong></h3>
<p>Medicina à distância, ou telemedicina, é quando médico e paciente, ou médico e médico, fazem uma consulta/encontro não presencial. Ela pode ser realizada em uma plataforma especializada, mas também por meio de diferentes canais de comunicação, como telefone, Whatsapp, e-mail, aplicativos de reuniões virtuais.</p>
<p>Neste sistema de atendimento, assim como nas consultas presenciais, é possível que o médico leia resultados de exames, tire dúvidas sobre sintomas e outras questões que envolvam a doença, explique se há ou não necessidade de ir ao hospital para aplicar medicamentos ou realizar novos testes, e acompanhe, com precisão, a situação do paciente.</p>
<p>“É importante salientar que psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas, enfim, a equipe multiprofissional como um todo, podem também realizar seus atendimentos à distância. Mas, caberá um discernimento dos profissionais sobre o que é possível realmente atender à distância e aquilo que não pode ser avaliado dessa maneira. Tem pacientes que precisam passar em consulta presencial, para serem examinados, auscultar o coração, o pulmão, por exemplo”, comenta o Dr. Nelson Hamerschlak, onco-hematologista do Hospital Israelita Albert Einstein e do Comitê Médico da Abrasta.</p>
<h3><strong>Exames e receitas médicas na medicina à distância</strong></h3>
<p>Pode até parecer diferente, mas saiba que já é realidade fazer alguns exames médicos, mesmo não estando no hospital. Dispositivos específicos ajudam o profissional a aferir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma e até mesmo examinar a garganta do paciente.</p>
<p>Na telemedicina, o especialista também está autorizado a fazer receitas médicas com assinatura digital.</p>
<p>No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou a portaria n°467, que regulamenta atendimentos médicos à distância. O texto determina que todas as consultas deverão ser obrigatoriamente registradas em prontuário clínico com indicação de data, hora, tecnologia da informação e comunicação utilizadas, além do número do Conselho Regional Profissional do Médico (CRM) e sua unidade da federação.</p>
<h3><strong>O paciente com talassemia pode ser atendido à distância?</strong></h3>
<p>A resposta é sim! É importante lembrar que a telemedicina é Medicina e, em momentos de pandemia, como este que estamos vivendo, é uma excelente alternativa. Como vimos, o atendimento ocorrerá igualmente ao presencial. O paciente terá acesso às informações de seus exames e poderá esclarecer dúvidas.</p>
<p>Via telemedicina, por exemplo, pode ser muito mais ágil conseguir a prescrição médica transfunsional. Assim, o portador de talassemia não precisa se deslocar até o centro de tratamento somente para isso.</p>
<p>Agora, é essencial, claro, que as transfusões de sangue continuem acontecendo presencialmente e no tempo adequado.</p>
<p>“Em algum momento, será importante que este paciente de talassemia passe por uma consulta presencial, até para avaliarmos o tamanho do baço, os níveis de ferro no organismo. Mas isso não quer dizer que o acompanhamento posterior não possa ser feito via telemedicina. Inclusive, é este cenário que teremos no pós-COVID. Parte das consultas serão presenciais e a outra parte, à distância. A telemedicina passará a fazer parte de nossas vidas, em especial para os portadores de talassemia que seguem o tratamento corretamente. Eu tenho pacientes com quem que faço contato a cada 15 dias, para entender como está a saúde. E isso é Medicina à distância”, conta o Dr. Nelson.</p>
<h3><strong>Segurança dos dados </strong></h3>
<p>Esta é uma preocupação importante. Quando uma consulta acontece de maneira presencial, no hospital, todos os dados do paciente estão seguros, em prontuários médicos. Já no mundo virtual, os riscos de vazamento podem ser maiores. Por isso, não é indicado que a telemedicina seja praticada via redes sociais, por exemplo.</p>
<p>“Existem plataformas específicas e seguras para a prática de consultas virtuais, com ferramentas adequadas tanto para garantir que as informações do paciente não sejam compartilhadas de forma indevida, como também para possibilitar um atendimento melhor e mais amplo. E todas as informações serão armazenadas no prontuário do paciente. Agora, é sim possível realizar uma teleconsulta por telefone, Whatasapp, caso o acesso a estes sistemas não esteja disponível”, esclarece o médico.</p>
<h3><strong>Telemedicina nos sistemas privado e público de saúde</strong></h3>
<p>A Medicina à distância acontece tanto via hospitais/clínicas particulares, como também nos centros de tratamento do Sistema Público de Saúde (SUS).</p>
<p>Para quem não tem um plano de saúde e recorre aos serviços particulares, a consulta será cobrada pelo médico, normalmente. Já para quem tem plano de saúde, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos devem cobrir o valor da consulta realizada via telemedicina.</p>
<p>No sistema público de saúde as consultas não serão cobradas.</p>
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		<title>Sua ressonância magnética T2* está em dia?</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/05/sua-ressonancia-magnetica-t2-esta-em-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria entre Abrasta e Radiologia Clínica de Campinas possibilita a realização, gratuita, do exame Por Tatiane Mota Portadores de talassemia, além das transfusões de sangue periódicas e uso dos quelantes de ferro, também precisam incluir na rotina o exame de ressonância magnética T2*. Isso porque este é ainda o único método capaz de medir, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Parceria entre Abrasta e Radiologia Clínica de Campinas possibilita a realização, gratuita, do exame</strong></h2>
<p><span id="more-2571"></span></p>
<p><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>Portadores de talassemia, além das transfusões de sangue periódicas e uso dos quelantes de ferro, também precisam incluir na rotina o exame de ressonância magnética T2*. Isso porque este é ainda o único método capaz de medir, de forma quantitativa, não evasiva e com alta precisão, a concentração do ferro em diversos órgãos.</p>
<p>Quando comparada a uma ressonância magnética “comum”, a diferença é que para o método T2* é preciso um software que a capacita para adquirir as imagens específicas. É o que explica o Dr. Juliano Lara Fernandes, coordenador do setor de Tomografia e Ressonância Cardiovascular da Radiologia Clínica de Campinas e membro do Comitê Médico da Abrasta.</p>
<p>“O T2* é um valor numérico que este hardware específico traz, a partir da ressonância magnética. Atualmente, qualquer ressonância nos últimos 15 anos tem esta tecnologia. Para ser capacitada a fazer a análise quantitativa do ferro, depende apenas de ter sido adquirido o pacote de software para esta aquisição das imagens, que, num segundo passo fora da máquina, é interpretado e avaliado. Mas, essencialmente, o exame T2* é simples e de rotina, não necessitando nem de contraste”, comenta o especialista.</p>
<h3><strong>Porque fazer a ressonância magnética T2*?</strong></h3>
<p>Como vimos, ela é a técnica que mostrará como estão os órgãos do paciente e se há a presença de ferro.</p>
<p>“Este exame nos ajuda a entender como está a saúde do paciente e permite que o especialista possa ajustar o manejo terapêutico de forma mais precisa, como um mapa de onde caminhar no escuro. Sem o T2*, a chance de individualização do tratamento fica mais complexa e menos otimizada. Por isso, para os portadores de talassemia maior, é muito importante seguir a frequência da realização da ressonância magnética, indicada pelo médico responsável”, diz o Dr. Juliano.</p>
<p>Na talassemia intermediária, em que o paciente precisa realizar transfusões de sangue, o T2* também é indicado. A frequência de repetição, neste caso, usualmente pode ser menor, a depender da manifestação clínica e grau da doença.</p>
<p>Hoje, a grande maioria das diretrizes sobre o tratamento quelante usam os valores do T2*/LIC/MIC (que são intercambiáveis) para a determinação de doses, mudanças terapêuticas, tipos de medicamentos.</p>
<h3><strong>Quando começar?</strong></h3>
<p>Portadores da talassemia maior, tipo mais grave, caso o paciente não esteja usando os quelantes – ou usando-os de forma irregular – é importante que o T2* passe a ser realizado a partir dos sete anos de idade.</p>
<p>“No paciente que tem sua quelação regular, pode esperar a partir dos dez anos. Entretanto, em caso de dúvida médica, o exame pode ser realizado até mesmo antes dos sete anos. Hoje já existem técnicas que não exigem pausas respiratórias e simplificaram o exame. Idealmente, o T2* deve ser repetido anualmente, sendo o intervalo ideal entre 6 e 24 meses, dependendo da situação clínica ou mudanças terapêuticas particulares”, ressalta o especialista.</p>
<h3><strong>E quando não fazer?</strong></h3>
<p>Bem, de acordo com o Dr. Juliano, a única contraindicação é se o paciente tem algum dispositivo ou material implantado, que não permitam a realização do exame. São eles: marca-passos, clips de aneurismas, implantes cocleares, entre outros.</p>
<p>“Como não há injeção de contraste, do ponto de vista farmacológico, não há restrição alguma. Mesmo marca-passo, antes considerado absolutamente contraindicado, hoje é permitido na grande parte dos novos dispositivos, e mesmo em casos de aparelhos antigos. Mas, claro, é necessária uma avaliação médica. E lembrando que não são contraindicações as próteses ortopédicas, tatuagens, piercings, fios cirúrgicos, stents, próteses vasculares”, complementa.</p>
<h3><strong>Faça seu exame T2*, totalmente gratuito</strong></h3>
<p>A Abrasta e a Radiologia Clínica de Campinas (RCC) têm uma parceria que permite, aos portadores de talassemia maior e intermediária, realizar o exame de forma totalmente gratuita. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) não disponibiliza esta técnica aos pacientes.</p>
<p>Uma vez por ano, acontece o “mutirão da ressonância magnética T2*” e a equipe de Apoio ao Paciente da associação faz a seleção daqueles que irão participar. As vagas são limitadas.</p>
<p>Por conta da pandemia causada pela COVID-19, ainda não há uma data definida para o próximo mutirão. Mas fique atento aos canais de comunicação da Abrasta, que em breve traremos novos detalhes.</p>
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		<title>Sangue filtrato e fenotipado</title>
		<link>https://abrasta.org.br/info-abrasta/2021/05/sangue-filtrato-e-fenotipado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Info Abrasta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estas técnicas são essenciais para a qualidade de vida do paciente Por Tatiane Mota Falar sobre sangue filtrado e fenotipado para os portadores de talassemia pode até parecer um pouco óbvio, afinal estes são procedimentos bem importantes. Mas você sabe o porquê deve receber seu concentrado de hemácias com estas técnicas aplicadas? Explicamos aqui nesta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Estas técnicas são essenciais para a qualidade de vida do paciente</strong></h2>
<p><span id="more-2572"></span></p>
<p><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>Falar sobre sangue filtrado e fenotipado para os portadores de talassemia pode até parecer um pouco óbvio, afinal estes são procedimentos bem importantes. Mas você sabe o porquê deve receber seu concentrado de hemácias com estas técnicas aplicadas? Explicamos aqui nesta matéria.</p>
<h3><strong>Entenda a filtragem e a fenotipagem do sangue</strong></h3>
<p>O termo filtrado refere-se ao processo de remoção de glóbulos brancos (células responsáveis por proteger o organismo de vírus, bactérias, dentre outros perigos) que ficam como resíduos nas bolsas de sangue. Outro nome utilizado é sangue leucodepletado, já que os glóbulos brancos também são chamados de leucócitos.</p>
<p>“A filtração é feita quando os concentrados de hemácias passam em um material descartável, chamado filtro de leucodepleção. Existem filtros com diferentes composições, mas basicamente eles possuem no seu interior fibras que retém os glóbulos brancos e deixam passar os vermelhos, também chamados de hemácias. A bolsa com o concentrado de hemácias é conectada nestes filtros e, por ação gravitacional, desce passando pelo filtro e saindo em uma outra bolsa, que chamamos por bolsa de transferência. Também existem filtros que são conectados diretamente na bolsa, para o paciente, e por isso são conhecidos por filtros de beira de leito. Mas quase não usamos esta opção, porque não permitem um controle de qualidade antes da transfusão”, explica o Dr. Giorgio Baldanzi, hematologista e membro do Comitê Médico da Abrasta.</p>
<p>Já a fenotipagem refere-se a uma testagem mais ampla dos vários grupos sanguíneos. Geralmente, as pessoas conhecem apenas os grupos ABO e RH positivo ou negativo, mas existem muitos outros que não são pesquisados nas transfusões de quem não transfunde seguidamente.</p>
<p>“Para sabermos qual o fenótipo sanguíneo adequado, precisamos de uma amostra com os glóbulos vermelhos do doador ou do paciente. Assim faremos uma análise, a partir do contato com antissoros, para ver se há alguma reação. Se reagir, dizemos que é positivo para um determinado antígeno. Se não, dizemos que é negativo”, diz o médico.</p>
<p>É importante lembrar que ambos os procedimentos são realizados nos bancos de sangue, sob rigorosas técnicas para que não haja nenhum tipo de contaminação.</p>
<h3><strong>Quem deve receber o sangue filtrado e fenotipado?</strong></h3>
<p>Em diversos países, a filtragem do sangue é adotada para toda população. No Brasil, por conta de custos, somente alguns grupos recebem as transfusões com esta técnica aplicada.</p>
<p>“Estes filtros encarecem significativamente uma transfusão, então por isso a leucodepleção não está indicada para todos. Preconiza-se pacientes politransfundidos, recém-nascidos prematuros ou de baixo peso e pacientes com reações transfusionais febris de repetição”, explica o Dr. Giorgio.</p>
<p>O sangue fenotipado também deve estar disponível a todos os portadores de talassemia. Isso porque, para eles, é maior a chance de contato com algum glóbulo vermelho de um grupo sanguíneo diferente.</p>
<p>“Se isso acontece, o paciente passará a apresentar anticorpos contra este grupo sanguíneo. Então o ideal é que ele receba desde o início das transfusões somente bolsas fenotipadas. Agora, se por algum descuido já se formou estes anticorpos irregulares, será obrigatório fenotipar para identificar qual é este anticorpo e achar bolsas que não contenham os antígenos correspondentes”, comenta.</p>
<p>Caso o portador de talassemia não receba a bolsa de sangue fenotipada, o efeito da transfusão poderá durar menos tempo, obrigando-o a fazer um número maior de transfusões.</p>
<h3><strong>Reações adversas</strong></h3>
<p>O processo de filtragem e fenotipagem do sangue é fundamental para garantir a qualidade do concentrado de hemácias, mas também a qualidade de vida do paciente.</p>
<p>Quando as técnicas não são aplicadas, é possível que algumas reações adversas possam surgir. Então, se o portador de talassemia receber um sangue sem a fenotipagem correta, é possível que apresente febre, pressão baixa, coceira pelo corpo, taquicardia e até mesmo uma urina mais escura. É necessário que a transfusão seja interrompida o quanto antes, para que seja aplicado em seguida o soro fisiológico.</p>
<p>Uma reação comum em quem faz transfusões de repetições, e que não recebem o sangue filtrado, é a febre não-hemolítica.</p>
<p>“O que desencadeia esta reação são anticorpos que o organismo produz quando entram glóbulos brancos na transfusão. Estes anticorpos acabam destruindo as células de defesa do corpo, liberando substâncias que causam febre, calafrios e muito mal-estar”, comenta o Dr. Giorgio.</p>
<h3><strong>Como saber se a bolsa de sangue está filtrada e fenotipada?</strong></h3>
<p>Todas elas devem ser rotuladas com os dizeres leucodepletada ou filtrada, e também constar o termo fenotipada, idealmente incluindo quais grupos sanguíneos foram pesquisados e o resultado deles. Fique sempre atento a estas informações. Se tiver alguma dúvida, chame o responsável pela equipe de enfermagem.</p>
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